Em 1968 abriu ao público como casa-museu, e desde a década de oitenta, tem vindo a destacar-se como instituição museológica no panorama nacional e internacional.

A partir dos anos oitenta começou-se a proceder à reconstituição desta residência real, alicerçada em rigorosa investigação histórica. Desde 1996, com o programa “Uma Sala Um Mecenas” cujo objectivo é restituir ao palácio as decorações e ambientes à época de D. Luís, foram já reconstituídas, com o patrocínio de instituições privadas, nove salas do Palácio.

O edifício do Palácio Nacional da Ajuda não é, no presente, apenas a antiga residência real. Na ala norte do palácio estão instalados a Biblioteca da Ajuda (antiga biblioteca régia), a Galeria de Pintura do rei D. Luís I (concebida para a apresentação da colecção privada de pintura do soberano e actualmente sob a gestão directa da DGPC) e a Secretaria de Estado da Cultura. No quarto andar da ala sul está instalada a Direcção Geral do Património Cultural.

Cenário dignificante das cerimónias protocolares de representação de Estado, o Palácio da Ajuda desempenhou sempre essa função desde os primeiros tempos até aos dias de hoje. É nessa condição que o Palácio Nacional da Ajuda continua a emprestar o seu brilho às cerimónias da Presidência da República, para além de constituir um dos mais importantes museus de artes decorativas do país.